Experimentos poéticos

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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Laboratório de Pintura - Parfor - Pólo: Moju 2011

Relatório

Moju, julho, mês de férias. Mês de encontros e descobertas junto aos alunos do curso de Licenciatura Plena em Artes Visuais. Uma turma interessante, repleta de pessoas afim de conhecer novos processos.    


terça-feira, 28 de dezembro de 2010

JABIRACA: ESQUIZOBIKE, EXPERIMENTAÇÃO E OUTROS PROCESSOS FORMATIVOS

“(...) e então a palavra “experimental” é apropriada, não para ser entendida como descritiva de um ato a ser julgado posteriormente em termos de sucesso ou fracasso, mas como ato cujo resultado é desconhecido. O que foi determinado?” (Hélio Oiticica[1]).

Jabiraca: esquizobike, experimentação e outros processos formativos, propõe um estado de trânsito conceitual e vivencial, atravessado por práticas de intervenção urbana, tendo como ponto deflagrador o processo de confecção das bicicletas (objeto-obra) denominadas de Jabiracas para a criação de um campo experimental de interação com a cidade. O termo Jabiraca surgiu na própria dinâmica da cidade em meio ao trânsito em deriva pelas ruas do bairro do Coqueiro na periferia de Ananindeua em 2005, emitida por um transeunte ao ver a bicicleta gritou euforicamente; Égua da Jabiraca style!. Este, possivelmente estimulado por um impulso espontâneo levado por associações subjetivas em decorrência do grau de estranheza provocado pela estrutura da bicicleta em seu movimento sinuoso.

Experimento escultórico que despertou pra outras práticas possíveis de intervenção na cidade, movimentos que levaram para um campo ampliado de percepção em torno do objeto-obra, fazendo parte de um processo mais interativo e simultâneo. Agenciamentos que foram ganhando forma e conteúdo expressivo ao longo das experiências, gerando outros graus de intensidade além do próprio objeto, um devir em constante estado de mutabilidade, potencializado pela semelhança com outras bicicletas estranhas em trânsito pela cidade. As Jabiracas em sua maioria, são bicicletas que fogem do padrão formal e estrutural, sem deixar de lado a funcionalidade e praticidade das bicicletas industrializadas, acentuada pela liberdade de movimento e locomoção.

Experimentações que foram tomando outras proporções, fazendo parte de um processo formativo integral, pois, minha produção artística já estava voltada pra as ações de intervenção urbana fora dos circuitos institucionais, ganhando em cada novo confronto com os mecanismos de agenciamento coletivo da urbe, outros níveis de intensidade e sentidos ao perceber-lo enquanto objeto-obra em meio ao instituído.

Processo criativo que passou a fazer parte de uma proposta de pesquisa sobre intervenção itinerante interativa, ganhando ritmo próprio ao longo das experimentações performáticas pela cidade. Sendo constituída a partir de um método intuitivo, sem preocupação formal ou objetiva para a concepção do resultado final, sendo fruto do encontro de múltiplos saberes associados ao processo, potencializados pelas trocas de experiências com os serralheiros, sucateiros, mecânicos e curiosos, assim como os que se envolveram direta e indiretamente no delírio lúdico do objeto em pleno estado de fundição. Uma pedalada às margens das normalizações instituídas por lógicas pré-definidas, assumindo o experimental como exercício da liberdade[1], instaurando no processo artístico inteiramente ligado a vida.

EM TRÂNSITO

Nesta dinâmica de acontecimentos em torno da feitura do objeto-obra, é interessante perceber o processo como um exercício de liberdade criativa, um campo favorável para insinuar vários caminhos.

Nesse sentido, de forma inversa, encontramos um campo conceitual favorável para trafegar de forma mais aberta, principalmente por se tratar de uma pesquisa intimamente ligada a vida, se fez necessário pensar o “método” de trabalho na concepção dessas estruturas como um processo criativo intuitivo.

Apropriando-me da fala de Deleuze ao referir-se a Bergson[2], no capitulo A intuição como método, está diretamente relacionada ao processo de criação, sendo entendida como um ato simples de um fazer espontâneo. Segundo Deleuze, a simplicidade não exclui(ria) uma multiplicidade qualitativa ou virtual na pesquisa, levando para direções diversas onde ele se atualiza, implicando assim em uma pluralidade de acepções, pontos de vista múltiplos e irredutíveis, definindo como aquilo que se deve reencontrar a simplicidade da intuição como ato vivido. [3]

Processo este que se afirma como um problema a ser resolvido, estando implicada no método de confecção da própria estrutura da Jabiraca. Assumindo os problemas encontrados durante o ato criativo como parte do método, visto que o problema tem sempre uma solução que ele merece em função da maneira que pela qual é colocado, das condições sob as quais é determinado como problema, dos meios e dos termos que se dispõe para colocá-lo[1], validando assim um estado mutabilidade materializado nele mesmo, onde as matérias dialogam nos níveis de intensidade imersos no processo de criação.

Uma partícula fluida na tessitura visual do real, um pedaço de qualquer coisa, representando algo desconhecido e estranho, desconstruindo a organicidade pragmática do dever ser, instaurando um ruído no próprio corpo da cidade, sendo um desenho tosco em movimento nervoso e cheio de molejo, desequilibrada em seu próprio eixo, um rabisco itinerante em graus de intensidades que fogem da ordem do discurso, atravessando a lógica espacial da cidade na produção de desejos e intensidades.

Objeto/obra diluída no espaço urbano

O espaço urbano vem sendo utilizado como lugar propício para experimentações artísticas. Experimentações que foram intensificadas principalmente a partir da década de 60 por ações de caráter intervencionistas e performáticas pelos movimentos de contra cultura que iam de encontro ao convencionalismo da arte estabelecida[2]. Acontecimentos que desmistificaram o conceito museulógico da obra de arte, proporcionando criar muitas outras possibilidades de diálogo com a cidade tendo em vista a criação de situações de forma combativa, entendendo a cidade não somente como um lugar de negócio, espetacularização ou trânsito, mais sim, um lugar de acontecimentos, intensidades em todos os níveis da consciência.

Formas de pensar a cidade bem trilhada na década de 60 pelas propostas defendidas pela Internacional Situacionista (IS) onde a idéia central seria a construção de situações, isto é, a construção concreta de ambiências momentâneas de vida. Em seus manifestos a IS propunha o combate as formas de alienação das cidades modernas.

“Se inicialmente eles estavam interessados em ir além dos padrões vigentes da arte moderna- passando a propor um arte diretamente ligada a vida, um arte integral – logo em seguida eles perceberam que esta arte total seria basicamente urbana e estaria em relação direta com a cidade e com a vida urbana em geral”.[3]

Experiências que se afirmaram na luta contra o urbanismo estático e as formas de planejamento urbano em geral, que na maioria das cidades impões um ritmo mecanicista e consumista. Um pano de fundo propício à servidão voluntária, transformando os transeuntes reféns da própria lógica da indução coletiva da urbe.

As posturas tomadas pela Internacional Situacinista através de seus manifestos, provocaram uma reviravolta no campo das artes e nas concepções sobre as formas de atuação urbana diante do real. Nesse percurso, perceberam que apesar das convicções, não poderiam criar uma nova cidade, e que qualquer construção dependeria da participação ativa dos cidadãos, e isto só seria possível por meio de uma verdadeira revolução da vida cotidiana, nesse sentido um dos principais articuladores deste movimento G. Debord afirma:

“Nossa idéia central é a construção de situações, isto é, a construção concreta de ambiências momentâneas de vida. Devemos elaborar uma intervenção ordenada sobre os fatores complexos dos dois grandes componentes que interagem continuamente: o “cenário material da vida; e os comportamentos que ele provoca e que o alteram[4]

A partir deste campo de reflexão, o espaço urbano pode ser percebido como um lugar adequado para combater formas de alienação e condicionamento da grande massa, sendo um ambiente perfeito para ações de caráter intervencionista. Nesse sentido, pensar as Jabiracas como um meio combativo, proporciona a criação de espaço mais aberto para instaurar um diálogo entre arte e cidade.

Seguindo a linha sinuosa do pensamento do critico de arte paraense Pinheiro em Intervenção Urbana: da máquina de guerra aos disparos,

“(...) a cidade em si como fato estético, suporta os acontecimentos intervencionistas, dimencionando os agenciamentos estéticos num agenciamento explosivo na matéria-cidade. Seu campo de imanência projeta-a para além dos míseros aportes mecânicos, instaurando o pensamento pelo distanciamento e exterioridade de uma legalidade pela máquina do Estado”[5]

Campo de imanência onde as Jabiracas, atuam diretamente na cidade, sendo ação pura, onde os conceitos estão diluídos nas atitudes da forma de pensar e agir. Neste contexto, vale pensar a cidade em sua dinâmica sendo possível encontrar não só uma Jabiraca, mas sim uma variedade de outras bicicletas, povoando o imaginário urbano com formas exóticas e grotescas em sua organicidade caótica, criando teias invisíveis dentro da cidade contrastando de alguma forma com a lógica normativa da cidade; são Genovevas, Estrambólicas, Malucas, Sucatas Ambulantes, Magrelas, guerreiras, Camelos. Apropriações matéricas, assemblagens, aglutinações, gambiarras e improviso. Refugos industrializados reutilizados para a criação de algo “novo” desconstruindo a lógica funcional dos objetos. Formas que se constituem por uma corporeidade singular dentro da sua condição matérica e existencial. Jogo combinativo onde o fim não se encontra nela mesma, mas sim, no que ela pode provocar enquanto forma recombinada a transitar no corpo artificial que se tornou a cidade. Objeto obra diluída no cenário urbano atuando como células combativas contra a lógica do capital e seus mecanismos de poder utilizados para criação de uma subjetividade coletiva manipulável.

Um organismo vivo em processo de mutabilidade constante, não se constituindo em forma acabada, mais sim, um em processo em contínuo movimento de negação da própria formalidade funcional dos elementos que a constituem. Negação do objeto artístico como resultado de laboriosas concepções estéticas e formais, produzidas por especialistas letrados no assunto, afirmando-se como um jogo lúdico na própria dinâmica do acontecimento dentro do contexto urbano. As Jabiracas soam como um contraste as formas de agenciamento coletivo que geram percepções artificiais sobre as formas de lidar com o real, com o instituído. Desautorizando a lógica do capital tem como função cooptar o máximo de pessoas para atuar de forma mecânica na busca de prazeres que vão muito além do verdadeiro sentido da vida e da experimentação vivencial com o mundo.

Padrões de comportamento potencializados pela mídia convulsionada por processos maquínicos agindo como ferramenta de captura, ou como denominou Guattari, “equipamentos coletivos de subjetivação dentro dos componentes da subjetividade capitalista da sociedade de consumo”[1]. Posturas que conduzem a uma equivalência generalizada entre todos os modos de valorização dos bens e das atividades humanas, estando diretamente ligados aos modos de produção e valores da sociedade contemporânea e formam o conjunto de engrenagens da vida social e cultural dos grandes centros de agenciamentos que se tornaram as cidades.

Guattari, aprofunda mais a questão ao abordar os principais fatores de consistência destes componentes do poder do Capital, onde:

“(...) o homem se encontra numa posição adjacência quase parasitária em relação aos Phylun maquinicos. Em suma, cada um de seus órgãos, de suas relações sociais sofrerá um novo recorte para ser reafetado, sobrecodificado, em função das exigências globais do sistema.” [2]

Questões fazem refletir sobre os processos de captura e subjetivação no qual o sujeito contemporâneo está submetido ao se encontrar submerso neste jogo de poder potencializado por sistemas midiaticos. Mecanismos tão bem elaborados que atuam de forma precisa no inconsciente coletivo, tornando a maioria da população refém dos desejos criados pelos processos de indução engendradas pele publicidade que conduzem às compulsões autopunitivas e aos cultos mórbidos do erro. [3]

Na contra mão das normatizações, as bicicletlas “Jabiracas” se afirmam como uma força combativa, contrastando com os modelos instituídos pela indústria mecanicista, levando o conceito de intervenção e interatividade ao extremo, atuando como dispositivo de imanência na cidade, desautorizando o autorizado, desordenando o constituído, lugar propício para instaurar estratégias de combate contra os mecanismos de agenciamento coletivo.

Em uma via de mão dupla, Guattari revela uma cidade real onde os contrastes podem ser vistos em todas as esquinas, transitando por todos os lugares, onde homens, mulheres, crianças, animais, ciclistas e automóveis disputam o mesmo espaço.

Neste sentido pensar a cidade como um lugar real, como a cidade revelada por Guattari para o confronto direto com a lógica instituída, deixando de atuar pelo viés do estético, para se tornar uma ação política, o que Deleuze chamou de multiplicidade de fusão, que transborda efetivamente toda oposição do uno e do múltiplo[4], um processo de criação onde o objeto não seria um fim e sim mesmo mais uma parte de um todo integrado por multiplicidades que constituem sua dimensão ontológica, pois assume um estado de envolvimento continuum de todos os atributos ou gêneros de intensidade sob uma mesma substância, e continuun das intensidades de um certo gênero sob o mesmo tipo de atributo[5]. As ações levam para um lugar onde essas possibilidades de conexões são possíveis, visto que o objeto/obra atravessa a cidade.

Nesse direção;

“Intervir na cidade é compor um novo espaço de vertigem, pelo aparecimento-desaparecimento material daquilo que significa compor. Inventando novos vetores de sentidos e não sentidos, a cidade é todo esse espaço aberto a experimentações afastadas do enredamento usual que se pode fazer nela”[6]

Jabiracar é assumir o grotesco como uma alegoria bizarra de um estado de subjetividade levado ao extremo através da materialidade e estranheza própria da estrutura, proporcionando experienciar o corpo da cidade na direção da pulsação de seus órgãos de funcionamento pelo víeis intervencionista da arte, reinstala as forças de que atravessam os jogos de poder[7], atuando como um afrontamento direto à lógica de ocupação do espaço urbano orquestrado pelos “desenhadores” oficiais do Estado, contrastando com os designers arrojados de veículos movidos a motor, instaurando um outro olhar sobre as práticas de intervenção direta e as sua relação entre o “objeto artístico” e a cidade, criando diálogos atravessados entre arte-vida, processos artísticos, arte-política e mídia tática.

JabiracasEsquizoBike

“Uma brincadeira de criança no mundo real, um jogo com o imaginário urbano, plenitude do delírio de quem procura viver a cidade como um espaço favorável para vivenciar e confrontar conceitos e valores.” 
                                                                           

Sucatas espalhadas pelo chão, penduradas na parede, encostadas na parte exterior da casa, perdidas no quintal cobertas pela poeira trazida pelo vento. Compartimentos impregnados por pedaços de estruturas, repleta de resíduos emitidos pelo esmeril. Pequeno recorte da rua transportado para um outro espaço tempo, configurado em um depósito de peças amontoadas, sendo o reflexo real do tempo que se esvai diante no devaneio obsessivo de quem busca nas coisas mais ordinárias um significado poético. Impulso vital que implica num dualismo onde as coisas se diferem e se associam na própria natureza dos objetos.

Matérias a bailar diante dos olhos a espera da fusão, suavidade própria de um processo de composição caótico e esquizo instalado pelo delírio compulsivo. Ciranda infinita orquestrada pela vontade de criar um “outro” diante de tanta repetição.

Vibrações e estados de intensidade, personificação do oculto desvelada pela memória em um contínuuom processo formativo. Todo orgânico em constante movimento deslizante. Labirintos esquizos como uma comunidade de cupins a transitar por de baixo da casca de um esteio de muricizeiro em meio à mata úmida; calor, pulsação, ansiedade. Suor que escorre pelo corpo e encharca a roupa, respiração que embaça as lentes do óculos de proteção, luz que cega os olhos e queima a pele.

Um fazer imerso num campo ilimitado de conexões, tateando objetos de um quebra cabeça diluído por multiplicidades de conceitos e desejos, onde a obra deixa de ser um fim em si mesmo, constituindo-se em forma rizomática. Processo esquizo onde tudo faz parte de uma coisa só, onde as coisas são partes de um todo fragmentado por elementos associados a esmo. Misto de formas sobreposta nela mesma, geradoras de sentidos além de sua funcionalidade, instaurando por um campo de produção experimental, onde o objeto passa a assumir uma função combativa dentro da cidade como prática de intervenção urbana ligada a vida.

Partícula fluida a condensar-se no todo heterogênico que constituí a cidade em sua teia invisível de relações. Estrutura cheia de molejo bailando sobre rodas que rodopiam sobre seu próprio eixo na margem dos fluxos de passagem das rodovias, ruas, becos e vias de transito em um confronto direto com a lógica urbana estruturada pela lógica racional para a fluidez do trânsito. Um amontoado de matérias em suspensão fundidas por carenagens, construindo formas estranhas e destoantes, instaurando um universo outro no mundo real aparentemente ordenado: ESQUIZOBIKEJABIRACA.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DEBORD, G., “Relatório sobre a construção de situações e sobre as condições de organização e de ação da tendencia situacionista internacional”(cf.p.43) JAQUES, P.B (Org). Apologia da deriva. Escritos Situacionistas sobre a cidade. Ed. Casa da Palavra. Rio de Janeiro, 2003. p.54

DELEUZE, G. Bergsonismo. Editora 34. São Paulo,1999.

DELEUZE G. GUATTARI, F. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 3/ Ed. 34, São Paulo 1996.p. 15

FILHO, C. O. CONH, S. VIERA, I. (Org). Helio Oiticica. Azouque Editorial. Rio de Janeiro, 2009. p.109.

GOLDBERG,R Arte da performance: do futurismo ao presente. Ed.Martins Fontes. São Paulo, 2006.

JAQUES, P.B (Org). Apologia da deriva. Escritos Situacionistas sobre a cidade. Ed. Casa da Palavra. Rio de Janeiro, 2003. p.54

PINHEIRO, L. Intervenção Urbana: Da Máquina de Guerra, os Disparos.18º Congresso Nacional da Associação Nacional dos Pesquisadores em Artes Plásticas – ANPAP. Salvador/ BA, 2009. Anais/ CD-ROM




[1] GUATARI, F. Da produção de subjetividade. In. PARENTE. A (ORG.), Imagem-máquina: A era das tecnologias do virtual. Ed34. Rio de Janeiro, 1993. p.185

[2] Ibdem.

[3] Ibdem.

[4] DELEUZE G. GUATTARI, F. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 3/ Ed. 34, São Paulo 1996.p. 15

[5] Idem

[6] PINHEIRO, L. Intervenção Urbana: Da Máquina de Guerra, os Disparos.18º Congresso Nacional da Associação Nacional dos Pesquisadores em Artes Plásticas – ANPAP. Salvador/ BA, 2009. Anais/ CD-ROM

[7] Ibdem.




[1] Ibdem p. 9.

[2] Cf. Capitulo ARTE VIVA: C.1933 À DÉCADA DE 1970. GOLDBERG,R Arte da performance: do futurismo ao presente. Ed.Martins Fontes. São Paulo, 2006.

[3] JAQUES, P.B (Org). Apologia da deriva. Escritos Situacionistas sobre a cidade. Ed. Casa da Palavra. Rio de Janeiro, 2003. p.54

[4] DEBORD, G., “Relatório sobre a construção de situações e sobre as condições de organização e de ação da tendencia situacionista internacional”(cf.p.43) JAQUES, P.B (Org). Apologia da deriva. Escritos Situacionistas sobre a cidade. Ed. Casa da Palavra. Rio de Janeiro, 2003. p.54

[5] PINHEIRO, L. Intervenção urbana: Da máquina de Guerra, os Disparos. 18º Congresso Nacionalo da Associação nacional de pesquisadores em Artes Plásticas- ANPAP. Salvador/BA, 2009. Anais/CD-ROM



[1] Ibdem p.106

[2] DELEUZE, G. Bergsonismo. Editora 34. São Paulo,1999.

[3] Bergson, distingui essencialmente três espécies de atos, do qual determina as regras do método: a primeira espécie concerne à posição e à criação de problemas; à segunda na descoberta de verdadeiras diferenças de natureza; a terceira; a apreensão do tempo real. p-8



[1] FILHO, C. O. CONH, S. VIERA, I. (Org). Helio Oiticica. Azouque Editorial. Rio de Janeiro, 2009. p.109.